quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A surpreendente capacidade das abelhas de compreender o conceito do zero

Grande parte dos fãs de "Chaves" têm Seu Madruga como seu personagem preferido. Ramón Valdés, o ator que dava vida a ele, foi o primeiro da série a morrer, no dia 9 de agosto de 1988, aos 64 anos. O site El Intransigente listou 10 curiosidades sob... Veja mais em: http://natelinha.uol.com.br/noticias/2017/08/09/ha-29-anos-morria-ramon-valdes-o-seu-madruga-veja-10-curiosidades-sobre-o-ator-109575.php


São produtoras de mel, cumprem um serviço ecológico essencial polinizando a maioria das plantas que nos servem de alimento e, como se não fosse o bastante, são capazes de entender o conceito do zero.

A capacidade das abelhas para entender a falta absoluta de quantidade foi descoberta por pesquisadores da Universidade RMIT de Melbourne, na Austrália, que apresentaram recentemente o resultado dos seus estudos em uma conferência em Portugal.

A ideia do algarismo zero é difícil de entender até para os humanos: os pequenos parecem ter dificuldade para isso e só o aprendem depois de outros números.

No reino animal, a compreensão desse conceito também não é comum. Mas, enquanto os macacos e os chipanzés, por exemplo, podem chegar a aprendê-lo, o surpreendente é que as abelhas, que têm um cérebro tão pequeno, também o consigam.

Aliás, elas são os primeiros invertebrados que demonstraram ter essa curiosa habilidade.

Prêmios e castigos

Para testar essa capacidade, os pesquisadores usaram abelhas melíferas (que produzem mel).

Eles criaram duas plataformas nas quais colocaram entre um e quatro objetos iguais.

E, como as abelhas aprendem mais rápido não só quando são premiadas por fazer o certo, mas também quando são castigadas por errar, elas ganhavam como recompensa uma substância doce quando voavam até a plataforma com menos objetos - e recebiam uma solução de sabor desagradável quando escolhiam a mais cheia.

Em 80% dos casos, elas tendiam a ir para a plataforma com menos objetos.

Quando tinham que decidir entre uma com poucos objetos e outra com nenhum objeto, elas escolhiam a de zero objetos.

Para as abelhas, o zero é um número

Em uma segunda etapa, os cientistas repetiram o mesmo experimento, mas variando o número de objetos.

Elas continuaram escolhendo a plataforma sem objetos, mas cometiam mais erros e demoravam mais quando tinham que escolher entre essa e uma plataforma São produtoras de mel, cumprem um serviço ecológico essencial polinizando a maioria das plantas que nos servem de alimento e, como se não fosse o bastante, são capazes de entenderA capacidade das abelhas para entender a falta absoluta de quantidade foi descoberta por pesquisadores da Universidade RMIT de Melbourne, na Austrália, que apresentaram recentemente o resultado dos seus estudos em uma conferência em Portugal.111

A ideia do algarismo zero é difícil de entender até para os humanos: os pequenos parecem ter dificuldade para isso e só o aprendem depois de outros números.

No reino animal, a compreensão desse conceito também não é comum. Mas, enquanto os macacos e os chipanzés, por exemplo, podem chegar a aprendê-lo, o surpreendente é que as abelhas, que têm um cérebro tão pequeno, também o consigam.

Aliás, elas são os primeiros invertebrados que demonstraram ter essa curiosa habilidade.


Prêmios e castigos

Para testar essa capacidade, os pesquisadores usaram abelhas melíferas (que produzem mel).

Eles criaram duas plataformas nas quais colocaram entre um e quatro objetos iguais.

E, como as abelhas aprendem mais rápido não só quando são premiadas por fazer o certo, mas também quando são castigadas por errar, elas ganhavam como recompensa uma substância doce quando voavam até a plataforma com menos objetos - e recebiam uma solução de sabor desagradável quando escolhiam a mais cheia.

Em 80% dos casos, elas tendiam a ir para a plataforma com menos objetos.

Quando tinham que decidir entre uma com poucos objetos e outra com nenhum objeto, elas escolhiam a de zero objetos.


Para as abelhas, o zero é um número


Em uma segunda etapa, os cientistas repetiram o mesmo experimento, mas variando o número de objetos.

Elas continuaram escolhendo a plataforma sem objetos, mas cometiam mais erros e demoravam mais quando tinham que escolher entre essa e uma plataforma com um objeto e outra com seis.

Segundo os pesquisadores, o fato de que a diferença de quantidade afeta a capacidade para resolver o problema mostra que as abelhas entendem que o zero é um número.

Por que ou como elas fazem isso ainda é um mistério.

"Ainda temos que descobrir algumas coisas sobre as razões que permitem que elas façam isso", disse à revista New Scientist Scarlett Howard, coautora da pesquisa.

O estudo ainda deve ser submetido a uma revisão de colegas.





Foto: Pixabay

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